PERFORMANCE E SAÚDE: A IMPORTÂNCIA DO RUNFIT PARA FABIANA NOMAN

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A influenciadora digital Fabiana Noman esteve no Laboratório de Performance do Movimento (LPM) do Instituto Vita para avaliar a biomecânica de sua corrida e fazer os ajustes necessários; um trabalho conhecido como runfit. Fabiana nos contou como o runfit tem contribuído para melhorar sua performance e aumentar sua vida útil como corredora.

Até os 35 anos, a advogada Fabiana Noman não tinha o hábito de se exercitar nem se preocupava tanto com sua alimentação. Hoje, aos 41 e com dois filhos, é influenciadora digital e referência em saúde feminina. Fabiana descobriu sua paixão pelos exercícios por meio da musculação, atividade da qual, até hoje, diz não abrir mão de jeito nenhum. “Eu amo fazer musculação.”

Mas, desde que se envolveu com o universo fitness, Fabiana Noman mergulhou de cabeça e se aprofunda cada vez mais. Há dois anos, por exemplo, ela começou a correr. “A ideia foi complementar as atividades físicas que já praticava e poder estar em parques, em contato com a natureza. A questão da sociabilidade, de estar perto de outras pessoas, com grupos, também contou.”

“Quando estamos correndo, não nos percebemos. O bacana do runfit é que tem uma televisão que mostra você correndo. Com a ajuda do profissional especializado, você começa a avaliar o que está fazendo de errado e o que pode melhorar”, Fabiana Noman.

Acontece que a corrida a encantou muito também e a disposição em levá-la um pouco mais a sério e superar seus próprios limites não demorou a vir. “Para poder competir, participar de provas maiores, procurei uma assessoria de corrida. Antes, eu fazia apenas provas de 5 e 10 km. Neste ano, eu fiz, pela primeira vez, provas de 15 km e uma meia-maratona.”

O RUNFIT DE FABIANA NOMAN

“Um dos métodos que a gente usa no runfit é o ‘feedback em tempo real’. O corredor se vê correndo em tempo real e nós corrigimos seus movimentos [na hora], de acordo com os desequilíbrios verificados”, diz a gestora do LPM, Andreia Miana.

Quando começou a exigir mais de si nas corridas, Fabiana Noman sentiu necessidade de aperfeiçoar-se ainda mais. Foi assim que descobriu o LPM e o runfit. “Na avaliação, percebi que minha passada estava errada [era larga demais] e que minha postura também [Fabiana mantinha o tronco demasiadamente ereto], características que aumentavam as minhas chances de lesionar.”

A corredora destaca que o teste no LPM permite ao corredor observar-se a si mesmo durante a corrida. “Quando estamos correndo, não nos percebemos. O bacana do runfit é que há uma televisão que nos mostra correndo. Com a ajuda do profissional especializado, você começa a avaliar o que está fazendo de errado e o que pode melhorar.”

“Para mim, está claro que o runfit pode ser preventivo, não é apenas para quando você sente dor. Não é preciso sentir uma lesão para procurar a ajuda”, Fabiana Noman.
“Para mim, está claro que o runfit pode ser preventivo, não é apenas para quando você sente dor. Não é preciso sentir uma lesão para procurar a ajuda”, Fabiana Noman.

“Depois que você organiza toda a sua biomecânica, otimiza o movimento e melhora sua performance, fica evidente que vale a pena fazer o runfit. Eu melhorei tanto o meu pace [passada], quanto a minha postura”, Fabiana Noman.

Segundo a fisioterapeuta e gestora do LPM, Andreia Miana, a ideia das sessões de runfit é justamente orientar o corredor quanto aos desequilíbrios biomecânicos encontrados em sua corrida e, se necessário, modificá-la, para evitar lesões. “Um dos métodos que a gente usa no runfit é o ‘feedback em tempo real’. O corredor se vê correndo em tempo real e nós corrigimos seus movimentos [na hora], de acordo com os desequilíbrios verificados”, diz Andreia.

“Depois que você organiza toda a sua biomecânica, otimiza o movimento e melhora sua performance, fica evidente que vale a pena fazer o runfit. Eu melhorei tanto o meu pace, quanto a minha postura.” Fabiana ainda destaca os exercícios recomendados pelo profissional para fortalecer algumas partes do corpo e preservar a mecânica correta, adotada depois dos ajustes.

“Para mim, está claro que o runfit pode ser preventivo, não é apenas para quando você sente dor. Não é preciso sentir uma lesão para procurar a ajuda. Vale para preveni-la”, conclui a influencer digital e corredora Fabiana Noman.

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